As regras são universais, o adversário, bom ou mau, é escolhido pelo jogador. Raros são os principiantes.
O xeque-mate é duplamente amargo. Porém, depois do primeiro lance o desânimo não tem autorização, sequer, para manifestar um “Ai”! Lá por perdermos um ou dois jogos não quer dizer. A qualidade do jogo é directamente proporcional. A competição é saudável quando termina sem que nenhum dos jogadores alcance a vitória.
Baixamos o nível (de dificuldade) e eis que surgem outros jogos: com outras tácticas, regras diferentes, outras defesas e peões quanto baste. Há alturas em que são muito convenientes, há outras em que jogamos só por acaso e surge o ”empate”, ou empatamo-nos. Mas independentemente do proveito tirado, propositado ou não, ficamos sempre com a sensação de que não era bem este o jogo…ganhar ou perder é-nos totalmente indiferente, até porque nunca perdemos, uma vez que o nosso objectivo nunca foi ganhar. Aliás não temos sequer um objectivo.